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Trânsito Seguro: Não pinte de preto o Maio Amarelo!

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Você já ouviu falar em Outubro Rosa para prevenir o câncer de mama e Novembro Azul para prevenir o câncer de próstata, certo?! Pois desde 2011 o mês de maio também ganhou uma cor – amarelo, em alusão ao sinal de advertência e atenção – e se tornou referência mundial para balanço de ações que visam à segurança no trânsito, a partir do surgimento do Maio Amarelo.

O Movimento nasceu após um decreto feito pelas Organização das Nações Unidas (ONU) que elegeu a Década de Ação para Segurança no Trânsito (2011-2020) e que tem como meta reduzir em 50% os acidentes que ocorrem no mundo. No Brasil, o Maio Amarelo passou efetivamente a entrar no calendário de datas importantes em 2014.

Segundo os organizadores, é necessário destacar que o Maio Amarelo não é considerado uma campanha, mas um movimento para que a sociedade como um todo, seja empresa, entidade, instituição, ONG, promova ações e debates para um trânsito mais seguro. Desde então, poder público e sociedade civil têm se unido para conscientizar a população sobre reduzir o elevado número de acidentes nas estradas, os quais apresentam um alto índice de mortes e feridos.

Além das ações e dos debates, o movimento Maio Amarelo também incentiva que a divulgação visual seja feita de maneira ampla, por meio de adesivos em ônibus e carros, capacetes de motociclistas e ciclistas, bem como com o uso de camisetas e fitilho amarelo. A ideia propagada visualmente contribui com a busca por reflexões por parte das pessoas. No Brasil, existe um site institucional que traz todas as informações sobre esse movimento.

Para entender melhor sobre os dados considerados alarmantes no trânsito e que motivaram o surgimento do Maio Amarelo, apresentamos a você um balanço geral. Veja!

Imprudência no trânsito no mundo

A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que, em todos os anos, aproximadamente 1,3 milhões de pessoas são vítimas fatais no trânsito – considerado a 9ª maior causa de mortes no planeta. Quando conseguem sobreviver, 50 milhões de pessoas precisam se deparar com sequelas. Esse número reflete a realidade de mais de 170 países.

Ao se analisar causas de mortes em relação à idade, o trânsito aparece em destaque e coloca ainda mais em evidência a necessidade do Movimento Maio Amarelo. Veja:

– 15 e 29 anos: acidentes no trânsito é o primeiro causador de mortes;

– 5 e 14 anos: o segundo responsável por mortes;

– 30 e 44 anos: o terceiro causador de mortes.

Saiba mais sobre isso nesta notícia do Jornal Metro.

Números no Brasil

Se os dados mundiais já são alarmantes, imagina no Brasil, que aparece em 4º lugar entre os países das Américas que são recordistas em mortes no trânsito, segundo a OMS; perde apenas para República Dominicana, Belize e Venezuela, conforme destaca esta notícia da Folha de São Paulo. O Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV) aponta que a média é de quase 50 mil mortes ao ano, além de 400 mil vítimas ficarem com alguma sequela. Essa epidemia gera um custo de R$ 56 bilhões ao país, valor suficiente para construir 28 mil escolas ou 1.800 hospitais. Relevantes motivos para se investir no Maio Amarelo. Esses dados são revelados nesta notícia, também da Folha de São Paulo.

Só nos primeiros três meses de 2018 – entre janeiro e março – foram mais de 87 mil indenizações pagas pelo seguro DPVAT (Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre), de acordo com dados da Seguradora Líder. São pagamentos que se referem às ocorrências no período e em anos anteriores, já que o prazo para solicitar o benefício é de três anos.

Desse total, o maior número de indenizações é de invalidez permanente (72%), em segundo lugar estão as despesas médicas (18%) e em terceiro as indenizações por mortes (10%). Do total das indenizações, 75% foram pagas a homens, sendo que 56% em acidentes fatais e 62% em acidentes com sequelas permanentes. Além disso, 91% desse número era de motociclistas. O objetivo maior do Maio Amarelo é justamente contribuir com a redução dessas porcentagens.

Principais causas de acidentes

A Polícia Rodoviária Federal (PRF), de acordo com notícia do Portal do Trânsito, destaca que entre as principais causas dos acidentes com mortes no país estão:

– Falta de atenção (30% dos óbitos registrados);

– Velocidade (21%);

– Ingestão de álcool (15%);

– Desobediência à sinalização (10%);

– Ultrapassagens indevidas (9%);

– Sono (6%).

Sobre os tipos de acidentes, 29% das mortes ocorreram por colisões frontais entre veículos e 18% por atropelamentos de pedestres. Outro registro apontado é que a cada quatro mortes, três aconteceram em pista seca; 70% em retas; 53% à noite; 61% em trechos de pista simples; e 68% em regiões rurais. Quando se reconhece essas causas, entende-se de onde partir com as ações e projetos do Maio Amarelo.

O que podemos fazer?

Entende-se que não é uma data ou um período que fará com que o número de acidentes, principalmente com vítimas fatais, diminua no Brasil e no mundo. Contudo, a partir do momento que as pessoas conseguem usar dessa época, mês de maio, para refletir acerca do tema debatido, um movimento maior ocorre na sociedade para dar-se um ponto de partida rumo à conscientização na direção. Conscientização que deve virar ação e, claro, dados menos alarmantes.

O Movimento Maio Amarelo visa colocar em pauta a sensibilização para que ações permanentes e efetivas ocorram a curto, a médio e a longo prazo. Um mês de discussão para que haja um entendimento do quanto acidentes no trânsito já são assuntos recorrentes nos noticiários, nas redes sociais e entre conhecidos. Afinal, é cada vez mais comum você conhecer uma vítima das imprudências na direção – quando você mesmo não se torna um refém dessa calamidade.

É de responsabilidade de todos o cuidado e a atenção quanto ao envolvimento no trânsito; seja de um órgão público, para fiscalizar e promover a prevenção; seja de você, quando adquire a consciência da importância de dirigir defensivamente. Desta forma, você, como motorista, deve agir a partir de medidas e procedimentos que previnam e minimizam as consequências de acidentes no trânsito. Busque, se informar, se capacite para ser um motorista que preza pela sua segurança e a de todos.

Lembre-se! A principal reflexão do Maio Amarelo diz respeito à saúde pública: entender a carga que temos diante de algo que tanto mata e tanto deixa sequelas na população; sequelas físicas, psicológicas e emocionais.

Maio Amarelo, um alerta para a vida! Pense nisso!

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